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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

meus semelhantes

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percebi hoje que os trabalhos que coloquei no Send Art (minha gift application no Facebook) estão combinando de par em par. fui adicionando na ordem que vinham a cabeça. acho que uma coisa puxou outra.

picasso, condo,cattelan, emady, saeki, flavio de carvalho, arp, hirst, prince, maria martins, matta clark, leirner, fontana, hiroshige, auad, tarsila, guignard, barron, franz west, koons, pollock

sexta-feira, 4 de julho de 2008

segunda-feira, 2 de junho de 2008

alexandre na frieze magazine

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Alexandre da Cunha

Vilma Gold, London, UK

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I was in the US recently and couldn’t help but notice the country’s penchant for displaying the stars and stripes. Granted, it is election year, and much has been made of the Presidential candidates’ allegiance to the flag, but Old Glory receives a reverence far beyond any election campaign. It is, quite literally, everywhere: on top of schools; hanging from front porches; suspended from office blocks; engraved into building facades; and waving from the back of cars. Up until 1989, it was a federal offense to desecrate – even stand on! – the flag, punishable by up to a year in prison. This collection of shapes on rudimentary fabric is the embodiment of the nation’s collective values and identity. But why is such lofty meaning projected onto a collection of shapes that has no material value? Under the banner of a national flag, patriotism and identity are considered black and white issues; as President Bush put it in 2001, ‘You’re either with us or against us.’ That leaves very little room for ambiguity, but provides comfort for many.

Brazilian-born, London-based Alexandre da Cunha, an artist long interested in the stereotypes propagated under the guise of national identity, had plenty of flag-like forms at his recent solo exhibition at London’s Vilma Gold. In the first space was a photographic series, ‘Seascape (Flags)’ (2008), of tourist-industry images of perfect Brazilian beaches fragmented by blank geometric shapes, resulting in collages that were reminiscent of standard national flags. These geometric forms connect ‘Seascape (Flags)’ to an abstract Modernist aesthetic: the series bears a resemblance to the peculiar ‘Tableau’ (1925-26) series that Mondrian produced following his break from De Stijl. (Da Cunha has, in the past, also made Op Art-referencing stripe pieces from old deck chair canvases).

But this homage to Modernism is a surface layer beneath which there is always a gambiarra twist – a Brazilian tradition of making do with what you have – that distinguishes the artist from the painterly abstraction. This penchant for readymades is clearly evident in the flag series; the tourist images are as stock-standard and mass-produced, like any other deck chair or home appliance. They look like tourist board adverts, and, like national flags, consider the different perspectives of a nation. The confidence with which such images are typically presented as the ‘real thing’ obscures the fact we must first buy into the concept. By interweaving similar, but inverted, beach imagery with the flag form, da Cunha attempts to expose the ambiguity of both of these sell-ins. He has a knack for reconfiguring familiar materials to encourage us to review our preconceptions, and, in this instance, perhaps accept the possibility that neither the national flag nor the tourist image are worthy of our reverence.

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Whilst the first space was dominated by the trinkets of the tourist market – Bob Marley’s face printed on tie-died fabric and so on – the next displayed meditative, formal sculptures in neutral tones laid out like classical busts. Hung in the far corner was Mask (2007): constructed out of a chopping board, wooden cup and primed canvas, it was a salute to the type of ‘Primitivist’ masks that would have been found in the studios of Picasso or Braque. Dominating the room was a wide plinth supporting five phallic works constructed from mop heads, the hair of which was elongated, clustered over itself with yards of hand-dyed wool and confined at the base by large concrete blocks. The five pieces (Bust (I-V), 2008) referenced the tradition of elevating classical busts to encourage adoration, yet their overtly phallic shapes appeared to be busting out of themselves as the materials grapple with each other. It seems that raw wool and concrete are not the most amicable materials to bind to each other.

Was this a middle finger to the patriarchal dominance of art history? There was little in the show to illustrate a malicious challenge to the history of art. Instead, da Cunha’s elegant sculptural forms revealed a simple beauty rarely attributed to lowly, mass-produced materials. Like a cuckoo collecting from the weighty archive at random and dropping bits along the way, da Cunha’s art historical lineage skips from classical sculpture to baroque patterning, Primitivism, Modernism, readymades, Arte Povera, and onto Brazilian Modernism, with the artist finding a comfortable place somewhere near the end. Da Cunha’s mode of highlighting the wonders of ambiguity is engaging, almost to the point that, should he raise his own flag to the roof, I might just sign up. But I suppose that would be just too obvious; it would be more likely he’d raise a barbeque cover, or something equally garish, and the joke would thankfully be on me. It saves me from one less cause I suppose.

Nicola Harvey

http://www.frieze.com/shows/review/alexandre_da_cunha/

sábado, 1 de setembro de 2007

assassinato na literatura infantil


quando postei alguns capítulos da primeira edição do Caneco de Prata, cometi um assassinato na literatura infantil *. querendo me gabar, não me certifiquei se eram aqueles os tais capítulos extintos, fui escaneando meus preferidos, botando alí, fazendo tudo ao mesmo tempo. e pra que falar de capítulo extinto? acho que o psicanalista e eu estamos com alguma necessidade de afirmação**.

abaixo o delicioso pito do próprio João Carlos Marinho, para quem enviei o link do blog. ele me alertou do erro e a bronca é um depoimento.


* assassinato na literatura infantil é o excelente título da mais recente aventura do gordo.


** "O psicanalista continuava dando volta na Terra de disco voador.

Quando passava em cima do mapa do Brasil avistava a coluna do ESQUADRÃO DA MORTE caminhando para o sul.
Desceu no mapa da Suécia para comprar um maço de cigarro e trouxe uma sueca de biquini dentro do disco.
Quando a mulher do psicanalista viu a sueca de biquini sentada na copa falou:
Esse Jorginho eu acho que ele anda com alguma necessidade de afirmação" (O Caneco de Prata, cap. 47)



----- Original Message -----
From: João Carlos Marinho
Sent: Friday, August 31, 2007 8:10 PM
Subject: A capa da Vera Ilce, que delicia

Cara Erika
O seu blog está muito bonito, muito caprichado, é o blog de uma artista.
Sua dica da estante virtual é ótima. Achei todos os meus livros lá, uns sob o nome de João Carlos Marinho e outros sob o nome de João Carlos Marinho Silva.
Uma dica dessas vale ouro.
Eu não tenho mais a primeira edição do Caneco, então fiquei emocionado ao ver novamente a maravilhosa capa da Vera Ilce. Se você a conhece me diga onde ela anda. Ela também decidiu o problema dificilimo da diagramação do Caneco, ficamos uma noite inteira, varamos a madrugada até que ela falou: diagrama de baixo para cima e bota numeros grandes preenchendo os espaços brancos. Ficou de uma elaboração gráfica primorosa.
Os capitulos que você colocou no site, o Esquadrão da Morte e a sentença do marciano ( e a consequente internação do MM João Lambão no hospicio ) continuam no livro, sempre continuaram, e foi com eles que a censura da ditadura cismou para proibir o Caneco nas escolas publicas. Após a primeira edição, pesquisando a leitura de crianças, verifiquei que o livro estava abstrato demais e elas não conseguiam se interessar na leitura. Então eu coloquei mais capitulos falando do desenvolvimento do campeonato de futebol, reforçando a sequência lógica do livro, mas a alma eu não tirei, os capitulos surrealistas bons eu deixei, só tirei os mais fracos para dar lugar aos do campeonato. Nunca que eu ia tirar o Esquadrão da Morte ( que toma alguns capitulos) e nem a sentença do pito do marciano e a consequente "internação" do juiz. Essa reformulação do Caneco deixou o livro muito melhor e com o mesmo pique.
Um abraço
João Carlos

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

estante virtual

www.estantevirtual.com.br

incrível. achei coisas que sempre quis ter. números da revista Arte em São Paulo (de 1981, o/um dos primeiros trabalhos da Lisette Lagnado) e livros impossíveis do João Carlos Marinho: Pai Mental e Outras Histórias e o Anjo de Camisola.

obrigada ao david pela dica batata.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

pobre são paulo


passar na av. washington luiz sempre dá a impressao de que o aviao está caindo na cabeça da gente. caiu.
acidente avião da TAM, congonhas, 17/07/2007

terça-feira, 10 de julho de 2007

o futuro é sexo explícito



o futuro,
sexo explícito , 1989.
integrantes john pato fu e rubinho troll, meu ídolo. eles têm um blog: 665 - O Vizinho da Besta.

para o player, pegue o código
aqui.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

brown mine blog

hoje adicionei o link do Google Translator para ver este blog em inglês.

adorei que ele traduziu TAMANHA como SO GREAT. "meu blog moreno" como "brown mine blog", que soa um pouco como "know thyself".

o código do translator de português para inglês psicodélico peguei daqui:
http://googletranslategadget.blogspot.com/

segunda-feira, 25 de junho de 2007

mundo animal


click to enlarge

terça-feira 03 de julho tem abertura da exposição Mundo Animal, na Escola São Paulo.
tem trabalhos meus, do efrain, da rivane e outros bichos. Escola São Paulo - Rua Augusta, 2239

o meu é o coelho, na primeira linha , no meio. chama-se Rabisco, 2007, bronze e biscuit

quinta-feira, 21 de junho de 2007

monstrengo 2


sou louca pelo luciano huck. pronto, falei.

ele é inteligente, ele é legal, ele "poderia estar sentado aqui conversando com a gente nessa mesa".
agora fundou essa escola meio global luz, camera e ação social .
amanhã vai lançar um livro, não gosto de livro de viagens, se não ia até autografar.
se eu fosse fischli and weiss faria uma argila luciano huck e angelica vão de táxi.

monstrengo


não tenho mais imagem de trabalho novo do mike kelley que o tiago pediu. os outros trabalhos nessa exposição hermafrodita eram uns desenhos horrendos (o nome da exposição era Hermaphrodite drawings).

esse monstrengo aqui é de 1999 e chama-se aerodinamic vertical to horizontal shift... não entendi nada, só gosto quando enxergo um hipopótamo. guardei essa imagem por causa desse cimentinho cascudo que diz que é fake cement. alguém sabe o que é cimento fake?

alguém tem o livro do mike kelley da phaidon? estou precisando de uma imagem de um trabalho chamado "Framed and Frame" que estou prestes a copiar descaradamente.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Comunismo da Forma

esse é o screen shot mais vermelho do video de manequins que eu estava falando. fiz para a exposição "Comunismo da Forma".

esse é o blog da exposição:
http://comunismodaforma.zip.net/
"Comunismo da Forma" é uma exposição que acontece de 20 de julho a 4 agosto na Galeria Vermelho, em São Paulo. Sua proposta é investigar as possibilidades estéticas e políticas criadas nas relações entre música e imagem no território da arte a partir de um particular formato: o videoclip.

ainda não saquei o lado revolucionário do projeto. mas outro dia o marcelo campos estava falando de uma mulher muito famosa cujo nome preciso perguntar a ele, que escreveu que não há arte não-política abaixo da linha do equador. ainda não li o texto mas estou de coração aberto.


segunda-feira, 28 de maio de 2007

click









Ontem no programa Roda Viva o Paulo José falou mais ou menos assim: "O drama é para aliviar a dor, né? A comédia vai fundo e esculhamba com a ferida da gente, né?"

Click, Adam Sandler, 2006, filmaço

domingo, 27 de maio de 2007

meça tamanha



música tema deste blog.

caetano veloso, qualquer coisa, especial roberto carlos 1975